Paulo Roberto!

São jardins em flor,
aqueles cujos os sorrisos se abrem,
é encantador a primavera nos rostos!

Cuja face de pele corada,
e olhos apertados, expressivos...
Dentes serrados à mostra,
gestos soltos, e palavras ditas em voz alta...
Bebidas devéras, e histórias muitas!

Sejam contos do inesperado, o inventado,
o dia-a-dia, notícias, idéias e até absurdos!
Tudo é permitido,
no rosto florido daquela noite!

Ficarão pra sempre perfumadas na memória,
as flores que desabrocham nesses pequenos,
mas tão fortes e importantes
momentos!

Germinando sementes de solidão,
saudade,
e vínculos de afeto que ficarão ali,
selados naquela mesa,
naqueles corpos,
naqueles rostos!

A primavera
que nasce ao iluminar de um "sol riso",
a fotossíntese mais bela,
do verde esperançoso de ainda poder ser feliz,
apesar...

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3 Responses
  1. Jaquelyne Says:

    Singelo e delicado como uma flor a nascer!
    Paulo, me apaixonei por este poema...
    Ah, eu que sou romântica incurável...

    Abraços!


  2. Maria Says:

    Assim como disse Cecília Meireles: "Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira", o seu poema sugere renascimento. Mui lindo!!

    Maria


  3. Gui Says:

    Parabéns pelo seu blog!
    Sou tio da Bruna.
    UM GRANDE ABRAÇO!


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Espero que tenham gostado...

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