Paulo Roberto!

Não sabe o quanto,
nem que quisesse,
nem que eu dissesse,
pois pra seu espanto...

Meu amor não tem
medida alguma sequer,
ama aquilo que vem
do teu corpo de mulher.

Da tu'alma de poeta,
do teu sangue fervosoro,
és tudo na certa
pra o meu peito ardiloso.

Ama com a força
que você determinar,
tal qual e da mesma forma
que você puder amar.

E no entanto, se enfim,
sua figura nos deixar
não lamenta pelo fim
mas se alegra por amar.
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